Mostrar mensagens com a etiqueta Jogos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jogos. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

15. Os 20 melhores jogos de sempre - Manhunt


Este é um dos jogos da minha vida que infelizmente nunca o consegui acabar. Primeiro, porque o ambiente criado é terrível (no bom sentido), ou seja, só o conceito de estarem com o comando na mão faz com que se borrem todos. Depois, a dificuldade é exageradamente elevada e faz com que comandos voem a cada 5 minutos. De qualquer maneira, tenho a certeza que estive muito perto do fim, mas aquilo é o desespero. Esta grande dificuldade é compreensível: é preciso garantir que os jogadores sintam muita tensão para terem de fazer as coisas com cuidado (com medo) de modo a jogarem furtivamente (se quiserem sobreviver), pois o combate corpo a corpo é quase impossível (só se tiverem armados) e se tiverem em desvantagem numérica é impossível mesmo (só se estiverem em god mode... acho que existem códigos).


Encarnamos um esquizofrénico assassino que se liberta do manicómio. Para isso, vai matar todo o pessoal que lhe aparecer à frente. Se não o fizer, morre, portanto, será mesmo maluco? É um jogo com selo Rockstar, para quem está habituado aos GTA's sabe que não têm mãos a medir quando se trata de fazer um jogo polémico e violento. Este é a sua obra prima nesse sentido, é tão violento que chega a ser belo, é essa beleza que me atrai, a beleza pelo vermelho do sangue a jorrar pelas cabeças e pescoços, as stunt kills brutais e altamente gore, as armas disponíveis, carnificina a 90% de tempo útil de jogo. Tenho graves sintomas de ser um hipocondríaco, mas este jogo fascina-me. Já tenho o 2, por isso, não tarda nada vou passar uns dias no quarto.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

16. Os 20 melhores jogos de sempre - Sensible World Of Soccer 95


Aqui está um jogo com 14 anos no lombo e que dá uma lição a qualquer jogo de futebol da actualidade. Para quem não gosta de jogos retro e os gráficos lhe fazem confusão por serem antigos, não joguem. Mas se isto não for importante, irão encontrar a melhor jogabilidade de sempre num jogo de futebol. É um ícone, revolucionário neste campo, encontram todas as equipas do mundo (mesmo das ligas mais impensáveis) .



Base de dados enorme, jogabilidade minimalista. Apenas um botão para efectuar as ações remate, passe, corte, cruzamento, mas não se deixem levar por causa disto. É complicado ao início, mas depois de aperfeicoada a técnica, fazem maravilhas com o teclado, jogos de 2 minutos com mais de 20 golos. O jogo é extremamente rápido e ofegante, emocionante, exactamente o que falta a PES, e uma jogabilidade com fluidez a rodos, simples e eficaz, o que falta a PES e FIFA actualmente.
Modos de jogo, podemos começar um campeonato com uma equipa, jogamos para o campeonato nacional, taça, taça dos campeões europeus, taça uefa, todas as competições que imaginarem, podem fazer transferências dos melhores jogadores, encontrar pechinchas (no FCPorto existiam bastantes), fazem as épocas que quiserem, não há limite e não o vão querer encontrar. Penso que está disponível na XBOX LIVE para download um remake exactamente igual ao original (visto que a sequela deu para o torto por tentar ser aquilo que o jogo nao era).

Video do jogo

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

17. Os 20 melhores jogos de sempre - Tony Hawk's Pro Skater

Tony Hawk's é uma série ainda no activo, infelizmente talvez. Tendo caíndo em declínio, no facilitismo, no comercial do videojogo e deixando de lado o que o pôs de pé: o fascínio pelo skateboard. Começou como um jogo minimalista mas ambicioso, com truques, mapas e missões com fartura, skate, skate, skate. Até ao episódio 5, "Underground", que foi o último da série em condições. A partir daí, as colaborações com a MTV, Jackass e afins, arruinaram completamente o conceito e o nome da marca Tony Hawk Pro Skater. Missões idiotas, truques e jogabilidade extremamente irreal e ridícula, gráficos em constante de proporcionalidade inversa entre qualidade/tempo. Quanto mais recente, pior. Isto na PS2, porque na PS3, têm bastante bom aspecto (vejam-se as imagens de Proving Ground), mas o mesmo jogo na PS2 tem gráficos muito inferiores ao 4º capítulo da série, que tem 7 anos no lombo.

Para mim, esse 4º capítulo é o magnum opus da série. O melhor, mais viciante, mais bem, feito, bem construído, sério, um jogo de culto, simples, directo e variado, ao contrário de todos os seguintes, que são entediantes, repetitivos, irreais, ridículos, controlos confusos e manobras parvas e sem nexo. Excepções, American Wasteland consegue ser um bom jogo apesar de tudo. Saído em 2005, conseguiu recuperar alguma da essência do jogo. Tentou reverter o efeito de THUG2, o pior jogo e o começo do fim. Colaboração ridícula com Jackass, tem tudo o que THPS não devia ser, e a partir daí, nada foi como antes.
O conceito sempre foi o mesmo, variando apenas pequenos pormenores, somos um jovem, que quer subir na carreira de skater, e para isso vai fazendo missões nos variados mapas das cidades. Completamente costumizável, o nosso skater vai subir até se tornar o mestre da prancha, mas é um jogo altamente irreal. Quem prefere simulação, tem agora outra opção que considero superior neste momento, Skate, produzido pela EA, é tipo o Gran Turismo do skateboard, enquanto que Tony Hawk's, poderia ser considerado o Burnout, se a sua qualidade não fosse tão desprezível actualmente. Mas não se pode dizer que jogabilidade arcada seja sinónimo de má qualidade, pois Burnout é um grande jogo, dos melhores de corridas. Simplesmente, falta algo a TH para voltar a ser um clássico.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

18. Os 20 melhores jogos de sempre - Alone In The Dark



Alone in the Dark foi uma série que trouxe um novo estilo e objectivo de jogo: o susto, o terror, o pânico, medo de dar um passo, medo de ir ao menu, medo de permanecer na sala de estar. Particularmente, nunca me meteram muita impressão estes jogos, nunca tive grande medo de os jogar. O meu problema sempre foram os controlos estranhos, pesados (característico num survival horror, controlos sofríveis para ser mais emocionante). Nunca acabei um jogo de terror, não contando com Resident Evil 4 que não é um jogo de terror.



Pessoalmente, os meus jogos favoritos do género são Obscure, jogo fantástico e bastante original que se passa numa escola e muito "obscuro", Project Zero, outro jogo brutal e, este sim, aterrador pois a única maneira de nos safarmos dos espíritos é captá-los com uma câmara fotográfica (deve haver quem goste muito deste conceito :p ) , adoro também o The Punisher, mas esse é mais virado para a acção, Silent Hill, memorável, Cold Fear (o melhor para mim, ora vejam), Manhunt, um pouco virado para o thriller e jogo nervoso, tensão, psicológico, agressivo, muito agressivo, gore, e claro, Resident Evil, a melhor série do género. Para quem quiser abordar o terror nos jogos numa abordagem de género diferente, experimentem os episódios mais recentes de Doom, Quake, Prey e, o grandioso, F.E.A.R..

terça-feira, 11 de novembro de 2008

19. Os 20 melhores jogos de sempre - Tomb Raider


Ui, Lara Croft, ui ui... Digam lá, qual é o rapaz que não gosta deste jogo? Ainda para mais a geração pós-Legend tem pixeis renovados e mais redondos, ao invés dos cubos dos anos 90... Que deleito para os jovens!!!
Realmente, Legend é o melhor capítulo da série... Venham lá dizer que o primeiro é uma obra prima... eu jogo aquilo actualmente e digo que nunca me dei bem com os controlos. E agora? Aquilo era tão confuso, exasperante, vinham ursos, tigres, e depois os controlos no teclado estavam tão espaçados que trocava-me sempre todo e acabava por morrer. E depois morria de susto devido à minha idade tenra, quando apareciam esses bichos. Mesmo agora, jogar um Tomb Raider pré-Legend é mais assustador do que jogar um Alone In The Dark ou um Resident Evil. Não deixou de revolucionar por ter uma boneca de atributos exagerados totalmente controlável pelo jogador normalmente masculino. Isto em 96, era um must para os teens.

Legend é um mundo à parte da saga. É o ressuscitar de uma série à beira das cinzas. Um belíssimo trabalho de ressurreição por parte da Crystal Dynamics (Felizmente o jogo trocou de mãos). Temos uma viagem que apenas peca por ser curta, mais ou menos 7 horas de jogo, mais a mansão jogável que infelizmente não nos deixa ir para o exterior. Paisagens maravilhosas, lindas, brutais, puzzles inteligentes, vício, bons controlos, boas curvas, tudo o que faltava à série, está condensado neste jogo. Não o vou recomendar porque não vale a pena fazê-lo.

sábado, 1 de novembro de 2008

20. Os 20 melhores jogos de sempre - SSX


Se com a série Tony Hawk's se criou um novo estilo de jogos, com SSX se revolucionou esse género. Quando se faz um jogo de desportos radicais, em que o objectivo são pontuações através de combinações infinitas de truques, é inevitável a comparação com a série Tony Hawk's, pois esta ditou as regras, com uma jogabilidade fluída e bastante simples, mas ao mesmo tempo complexa, o que é perfeito no mundo dos videojogos. Com SSX, podemos comparar com TH, mas é SSX que sai vitorioso. Os seus gráficos são melhores, jogabilidade, originalidade (Sim, porque não nos podemos esquecer que Neversoft está em declínio de originalidade aquando da criação de jogos de Skateboard).




Tudo bons argumentos para pegar nesta série cujo magnum opus é o 3º capítulo. SSX3 é o melhor de todos os SSX, sendo o que mais agarra ao jogo., apesar da grande variedade de modos de jogo de On Tour, incluindo, além de snowboard, também esqui. Infelizmente, é também o mais curto. Em contrapartida, é tão viciante que vão acabar o jogo montes de vezes, ajudando a rentabilizar os € gastos. A jogabilidade é simplesmente perfeita. Ao início podem começar a desanimar, pois é bastante complexa para iniciantes, mas assim que lhe apanham o jeito, tornam-se autênticos craques da prancha. Genial o esquema de combinação de botões, truques alucinantes, velocidade estonteante, acabarão uma corrida colados ao sofã e com as mãos a suar por todo o lado. 100% de acção, sempre. É um belíssimo jogo em termos visuais, com texturas simples, mas extremamente agradáveis à vista, sendo sempre um prazer vislumbrar as montanhas cobertas de neve com o crepúsculo bem longe no horizonte. De referir também a fantástica banda sonora semi-electrónica, com alguns épicos. E deixo aqui o meu agradecimento, pois foi graças ao SSX On Tour que me apaixonei pelo mundo da música.

Descrição

Blogue onde irei falar principalmente de música e videojogos. Irei tentar fazer uma abordagem leve ao cinema e outras artes sempre que entrar em contacto com elas.

Teared Clouds

Audição completa do álbum aqui:

Main Dish - Teared Clouds

Blogs

Contador de Visitas


Views Counter